sábado

"Ficha suja se lava em casa"!
Com esse argumento o Ministro do STF Luiz Fux votou contra a aplicação da Lei Ficha Limpa.

quarta-feira

Criatividade e a Lei Ficha Limpa

Se algum dia alguém lhe apresentar regras de como ser criativo, a melhor coisa que você pode fazer é escutar, educadamente, e depois esquecer tudo que lhe foi dito. Para ser criativo não existem regras, não existe um manual de instruções. Todavia, existem algumas condições fundamentais: você precisa ser excelente naquilo que faz. Se você quer ser criativo como músico, então você precisa ser um excelente músico; se você quer ser criativo como arquiteto, então você precisa ser um excelente arquiteto. E assim para todas as atividades. De acordo com Thomas Edson, o trabalho criativo é 1% inspiração e 99% transpiração e essa “transpiração” significa ler, dedicar-se, estudar, experimentar, ler mais, trabalhar com afinco na sua proposta. Outra condição é que, para haver uma proposta ou uma solução das mais criativas é preciso haver um problema. E esse problema, depois de exaustivamente estudado, dimensionado, discutido irá fornecer os subsídios necessários para a apresentação de uma solução criativa. E o esquema é assim, primeiro o problema, depois a solução.
Mas há casos em que o inverso pode ocorrer, embora muito raramente, mas acontece, ou seja, de você obter algo e ter que buscar uma utilidade para aquilo. Vocês já ouviram falar na Minesota Mercantil e Manufatureira? Não? E se eu disser 3M? Aí as coisas clareiam, né mesmo? Pois bem, na 3M, coisa de uns 30 anos atrás, talvez um pouco menos, um grupo de pesquisadores estava trabalhando em um super adesivo. Depois de muito trabalho, muito dinheiro o resultado foi um fracasso. O adesivo que eles conseguiram fabricar não era o que se esperava. Aí a empresa abriu uma espécie de concurso, onde o participante deveria encontrar uma utilidade para o adesivo. E foi assim que surgiu o Post It, aquele papel de recado com um camada de cola na borda. Sabem do que estou falando né? Pois é, foi, exatamente assim, que ele foi inventado.
Aí vocês me perguntam: onde eu quero chegar com essa conversa? Vamos lá. No Brasil havia, ou há – isso ainda não está muito definido – um problemão: como impedir de tomar posse aqueles políticos inescrupulosos, que se envolveram em falcatruas e que tenham sido condenados? Não é preciso ser um especialista para apresentar uma solução para o problema, basta criar uma lei e fazê-la cumprir. E foi o que fizeram, criaram a tal Lei da Ficha Limpa. Ao invés de solucionar um problema, a tal lei acabou por criar outro: ela vale para as eleições de 2010? Ela é constitucional? Agora acabo de ler no UOL (23/03/2011) que o Supremo Tribunal Federal votou contra a aplicação da lei nas eleições de 2010. Isso quer dizer que aqueles que foram impedidos de tomar posse entrarão com ação requerendo o cargo para o qual foram eleitos. E como fica a situação daqueles que foram empossados no lugar dos, então, condenados pela Lei da Ficha Limpa? De forma que criaram uma lei para solucionar o problema crônico, diga-se de passagem, de impedir vagabundos de ocuparem cadeiras no parlamento e outros cargos eletivos e a lei mostrou-se, pelo menos por enquanto, inaplicável. O que fazer com a lei? Supondo que existam milhares de folhas de papel com a Lei da Ficha Limpa impressa, que tal se fizessem canudos com papel e enfiassem no rabo desses políticos criminosos que ninguém consegue punir? Certamente irá sobrar grande quantidade de papel para fazer mais canudos e aí eu lanço o desafio: no rabo de quem esses canudos poderão ser enfiados?

Desafio

Gente, vocês conhecem aquele samba que diz assim:
"Laranja madura, na beira da estrada, tá bichada oi Zé, ou tem marimbondo no pé..."
Pois é, agora o samba é assim:
"Buraco na rua, no meio da estrada, tem carro quebrado oi Zé, ou...

Quem completar a frase com mais criatividade vai ganhar uma viagem só de ida para Palmelo e de Carro de Boi.
Participe!!!

terça-feira

Dia Mundial da Água

22 de março, Dia Mundial da Água

Como é bom você chegar em casa, depois de ter trabalhado o dia todo, e tomar um banho dos mais “bão” do mundo. Coloca uma roupa limpa, de preferência bermuda e camiseta e pra onde quer que você vá, te acompanham as boas e reconfortantes sensações de mais um dia de dever cumprido e da certeza que, pelo ralo, escorreram, tão somente, as impurezas corporais.

Bem dito seja o líquido H2O, denominado “solvente universal” e que, apesar de suas qualidades sanitárias, é impotente quando utilizado para lavar a sujeira do caráter de algumas pessoas que, não fosse por uma posiçãozinha que ocupam e que lhes rende algum recurso, estariam passando férias em alguma colônia penal (leia-se cadeia).

22 de Março, Dia Mundial da Água, “água que corre na fonte serena do mundo e que abre um profundo grotão” cantou Guilherme Arantes e, dessa água , tem gente que não desfruta pois “tua piscina tá cheia de ratos”...

domingo


Uns peixinhos já foram fisgados. Mas são só eles? E os tubarões?

quinta-feira

Vamos dar uma... risadinha (kkkk)



Chupando cana e penteando macaco

Vão pentear macaco!

Lembram dessa frase? Ela foi berrada pelo atual governador do estado em um comício por ocasião de sua primeira eleição, em finais da década de 1990. Ok.

Com o objetivo de aumentar a arrecadação, o atual governador mudou a forma de cálculo do ICMS que incide sobre os combustíveis. O resultado dessa medida foi um aumento na casa de 30% do álcool e da gasolina. De acordo com o divulgado, com o suposto aumento da arrecadação, o governo irá aplicar os recurso na recuperação das rodovias estaduais. Vocês acreditam nisso? Eu não. A contumácia com que medidas que visam o aumento da arrecadação para socorrer setores em dificuldades, é algo nojento, indecente. Lembram da CPMF, criada pelo FHC para socorrer a saúde pública? Eu pergunto: os serviços de saúde pública melhoraram ou pioraram. Agora me vem o o governo do estado com essa, de que é preciso aumentar a arrecadação para recuperar as rodovias estaduais. Ora, vai pentear macaco!

O asfalto da rodovia que liga nosso município à capital do estado foi inaugurado em meados da década de 1980. A primeira recuperação ocorreu no primeiro mandato do “vai pentear macaco”. Antes mesmo da obra ficar pronta, outra reforma já se fazia necessária para recuperar aquilo que já havia sido recuperado. Entenderam? Ou seja, a coisa foi tão mal feita que antes de ficar pronta, já estava merecendo outra reforma. Moral da estória: se as coisas fossem bem feitas, não só em termos de asfalto de rodovia, mas em todos os setores, não seria necessário onerar, mais ainda, o contribuinte. Muito menos seria preciso inventar essa história medíocre de aumentar a arrecadação pra recuperar estrada. De novo: vai pentear macaco!

Eu sei, não sei se vocês sabem, mas o IPVA que pagamos e que é um dos mais caros do país (e foi absurdamente aumentado pelo atual governador, em um outro mandato) existe, exatamente, para ser aplicado na infraestrutura viária. Só que, como acontece, sempre, o dinheiro acaba sendo desviado para outras áreas, assim como fizeram com a CELG.

E parece que o consumidor está, enfim, aprendendo a dar uma resposta aos abusos de governos mal intencionados. Notícia publicada em O Popular de hoje, 17 de março de 2011, informa que, por conta dos aumentos abusivos dos combustíveis, o consumo de etanol caiu 70% e o de gasolina, 30% e, consequentemente, em diminuindo o consumo, a arrecadação cai na mesma proporção. De forma que o macaco penteado deu um tiro que saiu pela culatra.

Ora, vai chupar cana!

quarta-feira

Desejo

Salve salve torcida alviverde de Parque Antárctica.

Gente boa é o seguinte.

As revistas de maior circulação do país reservam uma ou duas páginas onde são publicadas frases. São frases de impacto, seja pelo humor ácido, pela polêmica, pelo significado filosófico ou científico, pelo teor político, pela gafe; frases reveladoras, frases pronunciadas em hora inoportuna e local inapropriado, enfim, frases para todo gosto.

Frase das mais interessantes não li em lugar algum, eu ouvi deum professor à época em que eu era acadêmico do Curso de História. Disse o mestre: “Quanto mais desejamos ter as coisas, mais pobres nos tornamos”. Pois bem. Esta frase, sob meu modesto ponto de vista desnuda um dos fundamentos da lógica de funcionamento do modo de produção capitalista. Eu explico: algo, absolutamente, fundamental no capitalismo é o consumo, quanto mais consumo mais dinheiro entra no caixa, etc, etc, etc. E que outra maneira de se manter o consumo elevado, senão despertando no indivíduo, continuamente, o desejo de consumir, criando nele a necessidade de comprar? E nesse sentido, os apelos vêm de toda direção: televisão, rádio, jornais, revistas, internet, out doors, in doors, tablets, celular, etc.

Até aqui o capitalismo fez o dever de casa. Daqui pra frente, os meios que o cidadão irá usar para adquirir a condição de poder comprar o que deseja, é uma questão pessoal. Existem pessoas que trabalham e com o fruto do seu labor compram o que podem, e tem gente que, mesmo trabalhando e recebendo honestamente, compra além da capacidade de pagamento e se afunda em dívidas. E tem gente que opta pelo caminho mais fácil o qual, na maioria das vezes, não é o mais correto: roubam, traficam, chantageiam, praticam o estelionato, etc. E tem gente que, desavergonhadamente, descaradamente, despudoradamente usam o trabalho como fachada (na maioria das vezes em um cargo público) e praticam a corrupção, corrompem e se deixam corromper, subornam, pagam propina, recebem para facilitar o andamento de processos licitatórios e por aí vai.

Diz a lenda urbana que tem gente, por exemplo, que quando atuava na iniciativa privada, a única coisa que sabia fazer, e bem, era dar o cano nas pessoas, no comércio, emitir cheque sem fundo e tal. Foi só ocupar cargo público e o cidadão tem fazenda cheia de gado, chácara, mansão, etc. Outro vivia na penúria e, não faz muito tempo, andava desesperado à procura de quem lhe emprestasse dinheiro à juro. Foi só ocupar cargo público e a situação teve sensível alteração. Hoje ele tem chácara na zona rural de uma cidade vizinha, com asfalto na porta, imóveis e só veículos 0km, em não mais que dois anos, passaram 8 no nome dele.

Muitos irão culpar o capitalismo por aquelas práticas criminosas e eu não quero, aqui, defender ou desmerecer este ou aquele modo de produção, mas, uma coisa é certa, o que faz com que as coisas sejam assim ou assado, não são os sistemas econômicos ou forças do além. As coisas são como são, única e exclusivamente, pela ação do animal “homem”. Ter ou não bom caráter não é uma questão de ser capitalista, socialista ou o caramba. Bom caráter é uma questão íntima, pessoal. Saber discernir entre o correto e incorreto, justo e injusto, honesto e desonesto, não é uma virtude que que se compra com propina, é algo que se aprende com os exemplos.

Eu tenho meus exemplos, e nenhum deles consta em denúncias de práticas criminosas, nenhum deles foi ou é acusado de corrupção.

Se em alguma oportunidade eu fosse solicitado a colaborar com alguma revista, citando alguma frase para ser publicada, eu diria: “Quanto mais eu desejo ver os corruptos na cadeia, mais corruptos aparecem”.




Café?


Frases que abalaram o mundo


sexta-feira

Portal Catalão

Hoje recebi um telefonema de um dos administradores do Portal Catalão e ele me garantiu que, de fato, os blogs estão sendo reformulados, que apenas alguns estão no ar e que não se trata de censura como eu havia, por motivos óbvios, suspeitado. De forma que vou aguardar os próximos dias para constatar se a paralização foi puramente técnica.

quinta-feira

É a volta do cipó de aroeira...


Pois é gente, e não é que meu blog no Portal foi censurado. Todos os outros blogs podem ser acessados, menos o meu. Porque será? Terá sido porque as coisas que escrevo estavam indo na "má direção" em oposição à "Boa direção"? E má direção, neste caso, é por eu não concordar com a corrupção que, esta sim, está numa ótima direção.
É a volta da famigerada tesoura da censura dos tempos negros da ditadura, da repressão, da tortura, da mordaça, dos crimes sem criminosos. E dizem que somos uma democracia!!!
Mas nem tudo está perdido, pois existe O Porconauta.

Escorregando na casca de banana

Na França, em outubro de 2010, o governo lançou as bases da reforma na previdência. A reação da população, praticamente, parou o país. Os mais diversos setores da sociedade foram para as ruas, protestaram, fizeram greve, mostraram sua força.

Na Inglaterra, em dezembro de 2010, a Câmara dos Comuns aprovou aumento nas anuidades escolares, triplicando os valores. A reação da população levou para as ruas todo o descontentamento de pais e estudantes. Houve confronto com a polícia. Não ficaram rindo da própria desgraça.

Na Grécia, no mesmo dezembro de 2010, a reforma fiscal, promovida pelo governo, levou para as ruas multidões inteiras que protestaram contra as medidas. Houve confrontos, protestos, greves. A população se mobilizou ao invés de fazer piada com a própria desgraça.

Na Itália, o mês de dezembro foi marcado pelo anúncio de reforma no sistema de ensino. Foi marcado, também, pelo descontentamento da população que não aceitou o que o governo apresentara. Houve confronto entre população e forças policiais.

Em dezembro, numa republicazinha de bananas, os deputados aprovaram, em menos de 15 minutos, um aumento de 61% nos próprios salários e um aumento de 133% no salário do presidente da república. E para darem um aumento de 6% ao salário mínimo, foi necessário recorrerem ao balcão de empregos e privilégios para aprovarem o índice do governo. Não houve qualquer espécie de protesto, não houve confrontos, ninguém foi para a rua dar seu grito de descontentamento. Ao contrário, no dia seguinte, as piadinhas pipocavam na mídia. Em outros países, a mídia é usada para derrubar presidente corrupto, assim como aconteceu em fevereiro de 2011, no Egito. E assim como vem acontecendo, desde então, em vários países árabes. A resposta, entretanto, dos moradores daquela republicazinha de bananas, viria nas urnas: elegeram um palhaço, dando a ele a maior votação da história do parlamento. Não só fazem piadas como criaram uma piada humana, de carne e osso.

Na republicazinha de bananas rouba-se, suborna-se, corrompe-se, engana-se, ludibriam-se, prometem, travestem-se de paladinos da honra e da dignidade, armam esquemas, riem, deleitam-se da passividade dos bananas, continuam rindo e nada. Nada além do que um desproposital escorregão na casca de banana.

quarta-feira

Coincidência?

Foi só eu começar a escrever sobre os desmandos (leia-se corrupção) na administração pública municipal e meu blog no Portal saiu do ar. De acordo com os administradores, não só o meu, mas todos os blogs estão fora do ar para serem reestruturados. Eu não tenho motivos pra duvidar da turma do Portal, mas que é muita coincidência, isso é.

segunda-feira

Nossa vocação não é a corrupção


A história de do nosso município tem sido marcada por uma contumaz vocação de oferecer exemplos de pessoas com inquestionável conduta profissional e moral. São profissionais da medicina, pessoas das letras e das artes, da educação, das ciências jurídicas, da religião, da diplomacia, etc. São personalidades que impressionam pela erudição, pela dedicação com que exerceram seus ofícios; são pessoas que escreveram capítulos dos mais importantes de nossa história, tamanha vocação para agir com arrojo, coragem e desprendimento, numa época em que tudo era dificuldade. Eu até poderia fazer uma lista com nomes de várias personalidades que, além das virtudes acima listadas, se destacaram, mais ainda, por colocar o bem coletivo acima de tudo, acima e bem longe, inclusive, das tentações provocadas por interesses escusos e que terminam por macular, de forma irreparável, a dignidade e o orgulho de toda uma população. Todavia, não o farei sob o risco de cometer injustiças. A lista é enorme.
Nesse sentido, me sinto à vontade para dar um destaque especialíssimo a uma classe de cidadãos cujos nomes sempre vêm à baila quando o debate é direcionado para a seara política. Além de exemplares na profissão que abraçaram e exerceram como sacerdócio, há aqueles que se destacaram na política, não sob o ponto de vista da ideologia, mas do idealismo.
Desta classe fazem parte pessoas que se destacaram por sua atuação não só na política local, mas, também, nas políticas regional, estadual e nacional. A atuação e a luta destes cidadãos merecem toda reverência pelas conquistas que em muito beneficiaram a gente desta terra e, principalmente, por sua conduta como pessoas públicas, por sua relação com a coisa pública, por dignificar o cargo para o qual foram eleitas.
Vivemos um momento obscuro e delicado. Uma nuvem negra paira sobre nosso glorioso passado, marcado por lutas e conquistas. A história da nossa política, antes escrita às duras penas, porém com honestidade e honradez, vem sendo borrada pela tinta negra do descalabro, da arrogância, da petulância, da insensatez. A galeria dos homens e mulheres públicos dessa terra, pessoas cujos exemplos temos o dever de apreender e aprender, vem sendo surrupiada de seus mais imprescindíveis valores, pela simples presença de indivíduos cuja altivez não vai além da distância percorrida pelos respingos da lama que andam espalhando e manchando a existência da nossa boa gente.
Com este texto, quero homenagear todos aqueles cuja maior riqueza foi poder desfrutar, junto com seus familiares e amigos, dos dividendos obtidos através do exemplo que deram à sua família, aos amigos e a quem, um dia, lhe deu um voto de confiança.

Tudo na mesma

Recebi este E-mail


Vejamos os atos do Primeiro Ministro do Estado de Goiás, Sr Giuseppe Vecci (ou Braga, como alguns já o chamam):
Nomeou como Subprocuradora do Estado sua digníssima esposa, Sra Luciana Daher.
Nomeou as 2 melhores amigas de sua esposa como Superintendentes de Administração e Finanças da Sefaz e da Controladoria Geral do Estado, Sra Gleiva Oliveira Issac e Sra Cláudia Vaz.
Nomeou o irmão da melhor amiga, Cláudia Vaz, o Sr. Ricardo Vaz, como Superintendente de TI da Seplan.
Agora pasmem ainda mais.
A irmã da esposa do Sr. Vecci, Sra Lydia Cristina Daher, tinha um cargo comissionado de Assitente de Gabinete Referencia V.
O irmão da subprocuradora também foi nomeado no mesmo dia.
No suplemento do DO nr 21.040 de quinta-feira, dia 10/02/2010, ela foi exonerada deste cargo e nomeada em um outro, Assessor Especial F Referencia II.
O salário do primeiro cargo é de aproximadamente R$ 900,00 e do segundo R$ 4.000,00.
Acho que usaram a palavra errada para esta política do governo. Falaram em Meritocracia, mas deveriam falar em Familiocracia ou até mesmo NEPOTISMO.

Assinado,
Servidor Público de Goiás indignado.

Obs.: Trouxa de quem achou que a coisa seria diferente daquilo a que já estamos (mal)acotumados.

quinta-feira

Perguntar não ofende

Quem defende o Sarney fez por merecer.

segunda-feira

Um furo de reportagem nunca antes visto.
Nossos intrépidos jornalistas foram fundo e trouxeram do Iraque, imagens legendadas do julgamento de Saddam Hussein.
Se você não suporta fortes emoções, é fraco do coração e tem caspa, não assista.


quarta-feira

Tranformers

Cientistas brasileiros, contratados pelo senado através de atos secretos, foram incumbidos de realizar experiências com células tronco para criar um novo perfil para o presidente da casa. Após anos de árduo trabalho, inclusive recebendo horas extras, trabalhadas no mês de janeiro (mês de recesso), os geneticistas chegaram a um resultado surpreendente.

Desmancha prazer

Transformers

Gente boa é o seguinte.Com as frequentes denúncias de corrupção e roubalheira envolvendo o congresso nacional, a imagem do legislativo federal ficou arranhada, desgastada, ridicularizada. Assim, solicitamos a alguns profissionais liberais que dessem suas interpretações para o que virou o nosso congresso. O resultado foi surpreendente!!!

sexta-feira

quinta-feira

As mais apreciadas

Que tal uma cachacinha? Quer saber quais as melhores? Veja a seguir.

20º Lugar Volúpia
Procedência: Alagoa Grande, PBGraduação alcoólica: 42%Envelhecimento: descansada um ano em freijó
Bebida de sabor forte e bastante pronunciado, a paraibana Volúpia é uma das duas representantes das cachaças nordestinas na votação dos especialistas. É descansada em freijó, uma madeira típica do Nordeste, raramente usada por outros produtorese que pouco interfere na bebida, o que explica a cor branca dessa aguardente.

19º Lugar GRM
Procedência: Araguari, MGGraduação alcoólica: 41%Envelhecimento: dois anos em carvalho, umburana e jequitibá-rosa
Cachaça envelhecida de excelente equilíbrio e harmonia. A combinação de três madeiras suaviza a força da umburana e proporciona um sabor palatável, puxado para o amargo.

18º Lugar Seleta
Procedência: Salinas, MGGraduação alcoólica: 42%Envelhecimento: dois anos em umburana
Envelhecida em umburana, a Seleta é um bom exemplo da presença dessa madeira, que empresta um gosto acre, forte e persistente por muito tempo. Recomendada aos que gostam de sabores intensos.

17º Lugar Abaíra
Procedência:Chapada Diamantina, BAGraduação alcoólica: 42%Envelhecimento: três anos em carvalho
Límpida e brilhante, com aroma suave. Nela prevalece o carvalho, que virou um símbolo de qualidade entre destilados, por causa dos whiskies e cognacs.

16º Lugar Lua Cheia
Procedência: Salinas, MGGraduação alcoólica: 45%Envelhecimento: entre dois e três anos em bálsamo
Das mais típicas de Salinas. O bálsamo confere a ela uma cor dourada e cintilante, além de trazer um sabor amadeirado e levemente apimentado.

15º Lugar Mato Dentro
Procedência: São Luiz do Paraitinga, SPGraduação alcoólica: 41%Envelhecimento: descansada oito meses em amendoim
Na variação Prata, a escolhida pelos votantes, ela é envelhecida em tonéis de amendoim, uma madeira neutra, que interfere pouco na aguardente, e dá coloração límpida. Tem sabor e aroma delicados, próximos da cana. Quase com "cheiro de roça".


14º Lugar Corisco
Procedência: Parati, RJGraduação alcoólica: 45%Envelhecimento: dois anos em carvalho
"É uma cachaça jovem, que ainda precisa envelhecer", afirmam nossos conhecedores. A combinação de muito álcool e pouco envelhecimento, característica das cachaças de Parati, resulta numa bebida forte e picante. Boa representante das pingas da região.

13º Lugar Sapucaia Velha
Procedência: Pindamonhangaba, SPGraduação alcoólica: 40,5%Envelhecimento: dez anos em carvalho
É do envelhecimento no carvalho que vem o sabor e o buquê acentuados. Criada em 1930, tem fama de ser produzida com extremo cuidado.

12º Lugar Indaiazinha
Procedência: Salinas, MGGraduação alcoólica: 48%Envelhecimento: oito anos em bálsamo
De cor dourada, passa por longo envelhecimento no bálsamo, o que dá a ela um sabor ligeiramente semelhante ao de amêndoa. "Para se beber de joelhos", diz Weimann.

11º Lugar Maria Izabel
Procedência: Parati, RJGraduação alcoólica: 44% (o rótulo indica, erroneamente, 42%)Envelhecimento: entre um e quatro anos em carvalho
Suave, agradável, de baixa acidez. Aroma e sabor lembram a cana. Se destaca entre as cachaças de Parati pelo esmero da produtora e pelo uso do carvalho.

10º Lugar Piragibana
Procedência: Salinas, MGGraduação alcoólica: 47%Envelhecimento: 22 anos em bálsamo e carvalho
A Piragibana é harmônica, com sabor e aroma persistentes, ainda que delicados - resultado do longuíssimo envelhecimento em bálsamo e carvalho. Caso típico de influência da combinação de madeiras, aqui escolhidas por Juventino Miranda, o produtor.

9º Lugar Magnífica
Procedência: Miguel Pereira, RJGraduação alcoólica: 45%Envelhecimento: três anos em carvalho
Uma cachaça equilibrada. Apesar dos 45% de graduação alcoólica, a Magnífica é uma bebida suave, que desce fácil e apresenta buquê simples de cana jovem. Sua cor límpida é mais um destaque.

8º Lugar Armazém Vieira
Procedência: Florianópolis, SCGraduação alcoólica: 44%Envelhecimento: quatro anos em ariribá
O ariribá, madeira do litoral catarinense pouco usada no armazenamento de cachaças, tem interferência mínima na bebida e permite que ela envelheça sem afetar o gosto da cana. Desce macia, segundo os especialistas, pois o frescor da cana equilibra bem com a madeira.

7º Lugar Casa Bucco
Procedência: Passo Velho, RSGraduação alcoólica: 40%Envelhecimento: dois anos em bálsamo e carvalho
Seu aroma e o sabor de carvalho são persistentes e lembram um bom brandy. É ácida e um pouco forte, sabores típicos de um terroir com pH elevado. Para quem gosta de carvalho e de tudo o que a madeiraempresta à bebida.

6º Lugar Boazinha
Procedência: Salinas, MGGraduação alcoólica: 42%Envelhecimento: dois anos em bálsamo
Cor brilhante e viscosidade perfeita, com forte presença do bálsamo no aroma e no sabor, que persistem longamente. A Boazinha é uma clássica representante de Salinas, por causa da influência da madeira: cor bem amarelada e sabor marcante.

• 5º Lugar Claudionor
• Procedência: Januária, MGGraduação alcoólica: 48%Envelhecimento: entre um e meio e dois anos em carvalho
• A cidade de Januária já foi sinônimo da bebida, mas perdeu a vez para Salinas como região emblemática da cachaça mineira. A Claudionor, porém, é ótima opção para quem gosta de cachaça à moda antiga, forte, com muito gosto de cana. Para adequar-se à nova legislação, teve de reduzir seus 54% de graduação alcoólica para "apenas" 48%. Transparente, apesar de bem envelhecida, Claudionor tem buquê neutro, de cana madura e bem descansada, cujo gosto persiste na boca. É uma cachaça com corpo, equilibrada, perfeita para quem foge das madeiras.

4º Lugar Germana
Procedência: Nova União, MGGraduação alcoólica: 40%Envelhecimento: dois anos em carvalho e bálsamo
Facilmente reconhecida numa prateleira devido à embalagem, a garrafa da Germana é toda revestida de folhas secas de bananeira por mulheres artesãs do Engenho de Nova União. O objetivo é proteger a bebida da luz e do calor e assim manter suas características. Antes de ser engarrafada, a Germana envelhece dois anos em tonéis de carvalho e bálsamo. O resultado é uma cachaça suave, com sabor sutil, que pode agradar também ao público leigo.

3º Lugar Canarinha
Procedência: Salinas, MGGraduação alcoólica: 44%Envelhecimento: três anos em bálsamo
A procedência e o sobrenome do produtor são belas credenciais. Produzida em Salinas, a Canarinha é feita por Noé Santiago, sobrinho de Anísio Santiago, criador da famosa cachaça Havana (veja abaixo). Antes de ser embalada nas tradicionais garrafas de cerveja, ela é envelhecida por três anos em tonéis de bálsamo, o que lhe confere uma cor suave, amarelinha, e um sabor levemente apimentado, típico das aguardentes de Salinas. Para Weimann, a cor dourada como um champagne, o sabor frutado e o buquê de flores do campo e capim fazem a diferença. "É uma cachaça das mais puras, equilibrada, persistente e excelente", garante Weimann.

2º Lugar Anísio Santiago
Procedência: Salinas, MGGraduação alcoólica: 44,8%Envelhecimento: entre seis e oito anos em carvalho e bálsamo
Anísio Santiago é mais que uma cachaça - é um mito. Forte, com cheiro de madeira seca, um leve amargor que permanece na boca, sabor e aroma persistentes. "O segredo de Anísio é a combinação de madeiras diversas. Não é perfeita, é mais uma boa cachaça, um ícone a ser reverenciado", diz Weimann. E que se tornou mitológica devido a uma questão judicial: a Havana perdeu o nome e foi rebatizada como Anísio Santiago. Hoje, uma garrafa antiga de Havana chega a custar mais de 20 mil reais. "É o marketing 'cubano': 'a gente faz por gosto, dane-se o mercado, quem quiser que corra atrás'. Ainda que haja uma dúzia de cachaças tão boas quanto ela por 10% do preço", diz o jornalista Ronaldo Ribeiro, autor de várias reportagens sobre a Havana. O preço de uma Anísio Santiago varia bastante, podendo custar entre 200 e 300 reais em São Paulo. "A expectativa é tão grande que, ao provar, no primeiro gole você já está fascinado", garante Ribeiro. Tal é o sabor de uma boa história.

1º Lugar Vale Verde
Procedência: Betim, MGGraduação alcoólica: 40%Envelhecimento: três anos em carvalho
A campeã é uma cachaça correta em todos os sentidos. É produzida na fazenda Vale Verde que, além de engenho de cachaça, é também um parque ecológico, com visitas guiadas onde se pode conhecer os "segredos" da produção. A aguardente é equilibrada, encorpada e madura. Segundo os produtores, suas técnicas de fermentação e destilação foram baseadas naquelas praticadas na Europa para fabricação de whiskies. Isso proporciona um produto final equilibrado, estável, pronto. Os três anos em tonéis de carvalho explicam a cor dourada e o buquê marcante de madeira. É justamente esse envelhecimento que garante o equilíbrio da bebida, que desce redondinha, sem aspereza. A cana colhida no ponto certo, fruto dos solos calcários da região de Betim, a fermentação nos antigos alambiques de cobre e a criteriosa escolha dos barris de carvalho garantem a cor brilhante e o sabor adocicado persistente. Além disso, a Vale Verde tem a melhor relação custo-benefício: uma garrafa custa, em média, 30 reais.

Os Jurados

MARCELO CÂMARADegustador profissional e autor do livro Cachaça - Prazer Brasileiro
JOÃO BOSCO FARIA Doutor e pesquisador em química de destilados pela Unesp e Unicamp
ERWIN WEIMANNQuímico e mestre-cervejeiro, autor do livro Cachaça: a Bebida Brasileira
MARIA JOSÉ MIRANDADiretora da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), que coordena o Programa Brasileiro de Desenvolvimento da Aguardente de Cana, Cachaça ou Caninha
PAULO MAGOULASJornalista, publicitário e presidente da Academia Brasileira da Cachaça
CLÁUDIA FERNANDESCachaciére e presidente da Confraria do Copo Furado
MAURÍCIO MAIAPresta assessoria e consultoria especializada para cachaçarias
RONALDO RIBEIRORepórter da revista National Geographic, autor de reportagens sobre Anísio Santiago
CELSO NOGUEIRAEspecialista em destilados e palestrante sobre harmonização de cachaça e charutos
MARCO ANTÔNIO MARIANOComanda a cachaçaria paulistana Consulado da Cachaça
SÉRGIO ARNODono da Universidade da Cachaça (SP) e colecionador com mais de 1.600 garrafas
MOACYR LUZMúsico apaixonado por cachaça
MARION BRASILCachaciére carioca responsável pela carta de diversas cachaçarias do Rio de Janeiro

Os mais vendidos

Extraído do Yahoo/Autozine, apresentamos lista dos 25 carros mais vendidos no mundo em todos os tempos.

1 - Toyota Corolla, 31.6 milhões, desde 1966 - foi o carro mais vendido no mundo em 2005 com 1.36 milhões de unidades, e foi o carro mais vendido no Japão por 36 vezes nos últimos 40 anos.

2 - Ford F-Series (linha de caminhonetes da Ford) - 29 milhões desde 1948 - No Brasil são vendidas as F-250 e F-350. A da foto é uma F-150.
3 - Volkswagen Golf - 25 milhões desde 1974, em 5 gerações (no Brasil a 4a geração recebeu retoques e continua a ser vendida) - para mais fotos das versões GTi

4 - Volkswagen Fusca - 21.549.464 - o mais vendido com um design único (praticamente não mudou entre 1938 e 2003) e foi o primeiro a romper a barreira dos 20 milhões.

5 - Ford Escort - 1968 - 2003 - cerca de 20 milhões, o carro mais vendido da Ford (com nome único, diferente da série F). O da foto é um Escort RS Cosworth, série especial 4×4 e com motor 2.0 turbo, criado especialmente para participar de Rallies, e vendido em pequenas quantidades no mercado.

6 - Honda Civic - 16.5 milhões, em seis gerações desde 1972, fabricado no Brasil desde 1999, aonde oferece uma versão esportiva (a Si) com 192cv e câmbio de 6 marchas.

7 - Ford Modelo T - 16,5 milhões, entre 1908 e 1927, praticamente sem alterações - foi o carro que inaugurou a linha de montagem, revolucionando a indústria automobilística. Foi o primeiro a vender 5, 10 e 15 milhões de unidades. Talvez o mais importante desta lista.

8 - Nissan Sentra (também conhecido como Sunny e Pulsar) - mais de 16 milhões, desde 1966, em 10 gerações diferentes. No Brasil, é vendido o modelo fabricado no México, e já teve que passar por um recall

9 - VW Passat - mais de 15 milhões em 5 gerações, desde 1973. No Brasil ficou parado no modelo da foto, depois foram trazidos os importados a preços altíssimos. O modelo GTS Pointer deixou saudades, por ser um dos melhores esportivos a venda na época.

10 - Lada Niva Laika (conhecido também como Riva) - 13,5 milhões desde 1980 - ainda é produzido na Rússia e no Egito. Foi vendido no Brasil, e ainda é visto nas ruas.

11 - Chevrolet Impala - mais de 13 milhões desde 1958, o carro “full size” (grande) mais vendido na história e o mais vendido em um único ano nos Estados Unidos - mais de 1 milhão vendidos em 1965.

12 - Ford Fiesta - o compacto da Ford, que também é vendido no Brasil, vendeu mais de 12 milhões desde 1976 em 6 gerações (e a sétima está logo aí). Esse da foto teve o design da frente (e retoques na traseira) desenvolvidos no Brasil.

13 - Oldsmobile Cutlass - Um belo Muscle Car que vendeu 11,9 milhões em seis gerações e diversas plataformas

14 - Chevrolet Corsa - Vendido na Europa como Opel Corsa, já vendeu mais de 11 milhões, inclusos aí as versões wagon, sedan e classic e pick-up.

15 - Chrysler Minivans - Caravan, Voyager e a Town and Country juntas já venderam cerca de 11 milhões, desde 1984

16 - Mazda Familia / Protege / 323 - mais de 10 milhões entre 1963 e 2003

17 - Toyota Camry - o carrão japonês já vendeu mais de 10 milhões desde 1983 em cinco diferentes gerações, e hoje é até oferecido numa versão híbrida que faz mais de 20 km/litro de gasolina - que inexplicavelmente não é vendida no Brasil.

18 - BMW série 3 - desde 1977 é o carro de uma marca Premium mais vendido, com cerca de 9,5 milhões de unidades

19 - Ford Mustang - o maravilhoso Pony Car vendeu mais de 9 milhões em cinco gerações, desde 1964. O da foto é o Eleanor, do filme 60 segundos

20 - Fiat Uno - a “botinha ortopédica” já vendeu cerca de 9 milhões no mundo todo - o desenho do da foto foi desenvolvido no Brasil, aonde continua a ser vendido com sucesso, por ser o nacional mais barato a venda zero km.
21 - Renault Clio - o francês mais vendido, com cerca de 8.8 milhões - o da foto é a versão esportiva, da nova geração, que não é comercializada no Brasil - e a Renault não dá sinais de que irá vender essa nova geração por aqui, devido ao sucesso do Sandero e do Logan

22 - Honda Accord - mais 8 milhões somente nos EUA (não contando vendas em outros países) desde 1976

23 - Renault 4 - mais de 8 milhões, com um único design, entre 1961 e 1992

24 - Chevrolet Astra - vendido na Europa como Opel e Vauxhall Astra - mais de 7 milhões vendidos

25 - Ford Taurus - mais de 6.7 milhões em 4 gerações - 2 delas foram vendidas no Brasil, sem muito sucesso. Substituido por aqui pelo sedã Fusion, com grande sucesso.

Cajuru Bundão